Alberto Rodrigues Trio + Jam Session

20 Julho, 2016 – 23h30
// Lugar do Capitão

Concerto: Música clássica com arranjos de jazz
Duração: 40 min. aprox.
Com: Alberto Rodrigues (piano), Leonardo Outeiro (baixo), Joaquim Rodrigues (bateria).

Alberto Rodrigues vai apresentar-nos, acompanhado de Leonardo Outeiro no baixo e Joaquim Rodrigues na bateria, temas recriados do compositor Fréderic Chopin. Aqui, a fusão entre o erudito e o jazz estabelece um novo padrão para estas músicas. É uma mistura que ora produz uma sonoridade delicada ora agressiva, sustentada por um forte senso rítmico e interessantes técnicas harmónicas.

ALBERTO RODRIGUES

Iniciou os estudos em Piano no Conservatório de Música de S. José da Guarda, com Domenico Ricci e concluiu o curso de Educação Musical na Escola Superior de Educação da Guarda em 2004. Estudou com Joaquim Rodrigues (piano, harmonia, improvisação e combo), Mário Santos e João Martins (combo) e frequentou workshops com Luís Pipa, Bernardo Sassetti e Mário Laginha. Integra como saxofonista a “Tocata”, “Stopestra” e “Banda Filarmónica de Pinho”. É pianista dos projetos: “João Bota”(com o qual gravou o álbum “Vícios”), “CCG”, “Freedom”, “Moto Moto” e “Coletivo Gira Sol Azul”, com os quais se tem apresentado em diversos palcos do país. Lidera o projeto “Azul Espiga”, como produtor, cujo primeiro trabalho discográfico acaba de apresentar. Participa também regularmente noutros projetos como freelancer. É um dos fundadores da Gira Sol Azul, associação cultural na qual desenvolve projetos como “A Voz do Rock” e “Orquestra (In)fusão”.

JOAQUIM RODRIGUES

Iniciou os estudos musicais nos teclados aos 12 anos. Concluiu a licenciatura em Educação Musical em 2001. Estudou Harmonia e Improvisação com Luís Lapa. Prosseguiu os estudos em piano jazz com Paulo Gomes e Alexandre Manaia. Em 2012, completou a licenciatura em Piano Jazz na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo) do Porto, onde estudou com Pedro Guedes, Carlos Azevedo, Nuno Ferreira, Abe Rabade, entre outros. Participou em diversos workshops na área do jazz, sob a orientação de Joaquim Roberto, João Paulo Esteves da Silva, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Leo Genovese, Jason Rebello e Danilo Perez. Integrou também a Lisbon Jazz Summer School, no Centro Cultural de Belém, e a Jazz Summer School, na Guildhall School of Music & Drama, em Londres. É membro dos projectos Bruce Brothers, Miguel Ângelo Quarteto, Tributal, Moto Moto, A Voz do Rock, Orquestra (in)fusão (co-compositor em parceria com Ana Bento e Alberto Rodrigues) e Coletivo Gira Sol Azul. Destaca-se a sua presença no Festival de Jazz de Matosinhos, Gaia Jazz, Festival de Jazz de Viseu, Festival de Jazz de Valado de Frades, Festival PortaJazz, Festival de Paredes de Coura, Festa do Jazz do São Luiz, Casa da Música, Out jazz e Festival de Jazz do Vale de Sousa. Gravou os discos GS Quartet, “Metamorfose” (Gileno Santana) e “Branco” (Miguel Ângelo), com quem se tem apresentado em inúmeros palcos de Portugal e Espanha. Participa regularmente em projetos de outros músicos na área do Jazz, Soul e Pop Rock.

LEONARDO OUTEIRO

É um jovem viseense da nova geração de músicos de jazz que apesar do curto percurso profissional já se destaca no panorama jazzístico nacional. Iniciou-se na guitarra aos 16 anos como autodidata, mais tarde ingressou e completou o curso Instrumentista de Jazz no Conservatório de Música da Jobra, escola pela qual ganhou o prémio de melhor combo na 9.ª Festa de Jazz do S. Luiz em 2011. Actualmente estuda na Escola Superior de Música de Lisboa. É líder nos projectos LOT e Colectivo Zarafat e participa noutros como a Fanfarra Fárróbódó e Cabeça de Peixe, banda pela qual gravou o álbum Lodo. Trabalha também como compositor e interprete na área do cinema e teatro, tendo o seu nome nos créditos de duas longas metragens. Ao longo do seu percurso teve a oportunidade de aprender e tocar com músicos como Rita Maria, Demian Cabaud, Marcos Cavaleiro, Joaquim Rodrigues, Gabriel Pinto, entre outros.

JAM SESSION #2

Se tivéssemos que definir o jazz numa única palavra, seria “improvisação” e é nas Jam Sessions que esses momentos se encontram na sua forma mais genuína. Nesta Jam Session, que à partida permite um maior intercâmbio musical entre os diversos participantes e músicos envolvidos no festival e Workshop de Jazz, haverá, por definição, lugar para improvisações. É um palco aberto onde todos os músicos são convidados a apresentarem-se num tom informal.

MAIS

Alberto Rodrigues – Website