Christophe Cravero Trio

24 Julho, 2015 – Parque Aquilino Ribeiro

Concerto
Duração: 1h15 aprox.
Com: Christophe Cravero (piano/violino), Henri Dorina (Baixo), Roger Biwandu (bateria)

Quando Billy Cobham ouviu o pianista e violinista Christophe Cravero, reconheceu imediatamente o seu talento e enfatizou simultaneamente a elegância da sua subtileza e a energia de um animal selvagem cuidadosamente doseada.
No Festival de Jazz de Viseu, Cravero apresentará o seu mais recente álbum Elegant Elephant (2013), mas num formato um pouco mais elétrico fazendo-se acompanhar por Henri Dorina na bateria e Roger Biwandu na bateria.

CHRISTOPHE CRAVERO

A música de Christophe Cravero situa-se entre a suavidade das teclas do piano e a profundidade das cordas de um violino. É com destreza que constelações de músicas de qualidade e jazz brotam dos seus dedos numa enorme variedade de influências.

Há muitos nomes que reconhecem o seu talento e têm batido à sua porte desde os anos noventa. Dos que o procuraram, podemos destacar o guitarrista Romane e Stochelo Rosenberg, os acordeonistas Marc Berthouxmieux e Ludovic Beier, Sanseverino, o baterista Billy Cobham e o baixista Etienne Mbappé, entre outros.

Enriquecido por todas estas experiências, Christophe Cravero respira composição. Saltando de um instrumento para o outro, combina notas com tempo. O arco e as teclas derretem-se deixado do dedos deste músico e oferecem-nos uma cascata tremenda de universos musicais.

ROGER BIWANDU

Nascido no Natal de 1972 (num táxi em França!), Biwandu é um dos mais dotados bateristas franceses na área do jazz, africano, soul & r&b e jazz-fusão.

Apenas com 18 anos começou a sua carreira internacional, tocando com Mark Turner, James Williams e John Stubblefield. A sua destreza musical levou-o a tocar com: Bobby McFerrin, Marcus Miller, Jeff Beck, Joe Zawinul, Lee Ritenour, Salif Keita, Frank McComb, Jennifer Batten, Mario Canonge, entre outros.

Em 2007, edita o seu primeiro álbum de jazz intitulado “Influences”, muito bem recebido pela critica. Dois anos depois, aventurou-se na sua segunda produção: “From Palmer”, um álbum que confirma a influência de outros mestres como Jeff ”Tain” Watts e Brandford e Wynton Marsalis.

HENRI DORINA

Tendo tocado guitarra, Henri Dorina escolheu finalmente o baixo, aos vinte anos. As suas influências são variadas: música caribenha – onde estão as suas raízes – jazz, blues, fund e jazz-rock, influenciado por Stanley Clarke.

Nos últimos vinte anos, trabalhou com diversos artistas em estúdio (Rido Bayone, David Koven, Peter Kingsberry, Bill Deraime, Art of soul) e acompanhou muitos outros em palco – Faudel, Rachid Bahri, Charlélie Couture, Moktar Samba, les Natives, Romane, Princess Erika, Manu Dibango.

Organiza regularmente jam-sessions no Baiser Salé, em Paris.