Coletivo Gira Sol Azul feat. Omar

2 Agosto, 2018 – 21h30
// Parque Aquilino Ribeiro (Palco Aquilino Ribeiro)

Concerto: Jazz.
Duração: 70 min. aprox.
Com: Omar (Voz), Joaquim Rodrigues (teclados), Bruno Pinto (guitarra), Pedro Lemos (baixo), Marcos Cavaleiro (bateria), Xosé Miguelez (saxofone), Coro Azul (coros)
Tag: Jazz.
Duration: 70 min. aprox.
With: Omar (vocals), Joaquim Rodrigues (keys), Bruno Pinto (guitar), Pedro Lemos (bass), Marcos Cavaleiro (drums), Xosé Miguelez (saxophone), Coro Azul (chorus)

POR
Omar Lye-Fook é o artista convidado pelo Coletivo Gira Sol Azul este ano que, como tem sido hábito, a cada edição do QUE JAZZ É ESTE? tem trazido um nome importante da música para colaborar consigo na realização de um concerto único. Omar, como é mais conhecido artisticamente, cantor e multi-instrumentista, soma já mais de trinta e dois anos de carreira como compositor e músico. A primeira coisa de que se deve falar é a qualidade e variedade de ingredientes da sua música, que desde sempre avançou mais além na renovação da música soul. Entre outros, colaborou em dueto com Stevie Wonder, Erykah Badu ou Angie Stone. No seu último álbum “Love in Beats” participam, a exemplo, Mayra Andrade e Robert Glasper. O Festival de Jazz de Viseu promove assim este grupo de músicos da região que partilhando o palco com artistas de peso, repartem com o público a energia musical advinda da experiência privilegiada que vivem.

ENG
Omar Lye-Fook is this year’s invited artist by Colectivo Gira Sol Azul, as has been its custom, every edition of WHAT JAZZ IS THIS?, has been brought an important name of music to collaborate in the realization of a unique concert. Omar, as he is best known artistically, singer and multi-instrumentalist, adds more than thirty-two years of career as a composer and musician. The first thing to talk about is the quality and variety of ingredients in his music, which has always gone further than only renewing soul music. Among others, he collaborated in a duet with Stevie Wonder, Erykah Badu or Angie Stone. For example, on his latest album “Love in Beats”, Mayra Andrade and Robert Glasper are participating. The Viseu Jazz Festival promotes this group of musicians from the region who share the stage with leading artists and share with the audience the musical energy that comes from the privileged experience they live.

OMAR LYE-FOOK

Omar começou por chamar atenção há quase três décadas atrás, com o seu single de estreia “Mr. Postman/You And Me” lançado pela editora indie Kongo Dance, tornando-se rapidamente um destaque na cena alternativa Londrina. Pouco depois “There’s Nothing Like This”, uma balada de amor, foi suficiente para que Gilles Peterson o convidasse a assinar pela sua editora, Talkin’ Loud por onde editou dois discos. O primeiro foi um novo arranjo do seu set “Kongo” e o segundo, “Music”, tratou-se de uma abordagem bem mais orgânica e orquestral que definiu a sua maturidade enquanto compositor e vocalista.

Mais tarde assinou com a RCA, parceria que resultaria noutros dois álbuns, altamente bem recebidos pela crítica e que lhe valeram a oportunidade de conhecer muitos dos seus ídolos.
No disco “For Pleasure”, de 1994, um disco que inclui temas como “Saturday”, “Outside” e “Little Boy” – o favorito de Erykah Badu – trabalhou ao lado dos lendários produtores Leon Ware e lamont Dozier. O álbum “This is not a love song” (1997), resulta de uma colaboração com o produtor David Frank e nele Omar faz uma excelente cover de “Golden Brown” (The Stranglers). Teve ainda a oportunidade de cantar com uma das suas vocalistas favoritas, Syreeta Wright em duas canções, incluindo a suntuosa “Lullaby”.

Em 2000, Omar volta a assinar por outra editora, desta vez a francesa Naïve Records. No ano seguinte, agora já reconhecido com um ícone da nova era do movimento soul no Reino Unido, Omar editar o seu quinto álbum: “Best by far”, um trabalho produzido por si mesmo onde se permitiu explorar o interesse por uma linguagem mais cinemática cruzando-a com o jazz. Também neste disco contou com colaborações de topo, com as presenças de Erikah Badu, Angie Stone e o vencedor do MOBO Kele Le Roc.

Antigo principal percussionista na Orquestra Kent Youth e mais tarde graduado na Guildhall School Of Music em Londres, Omar tem agora vindo a fazer música há mais de 21 anos e se é verdade que a qualidade do seu trabalho não se mede pela quantidade de hits pop que produziu, a verdade é que não se sente desencorajado. Pelo contrário, com Sing “If you want it”, Omar embarca numa nova fase da sua carreira, uma que é pensada para o trazer diretamente para a atenção de um público mais vasto que nunca.

“Estou a aproveitar a vida, neste momento”, diz. “Toco com excelentes bandas, há sempre nova música para fazer, novos estilos para unir, novas pessoas para alcançar. No outro dia fui até Sainsbury e senti que tinha estado numa telenovela ou assim. A quantidade de pessoas que vieram ter comigo para me cumprimentar!… sinto realmente que este é um novo início.”

O sétimo álbum de Omar gravado em estúdio “The Man” (Freestyle Records) foi lançado em 2013 e recebeu um excelente apoio de Gilles Peterson e Trevor Nelson e Benki B da BBC Radio, bem como de Chris Philips e Peter Young da Jazz FM, para além de ter reunido alguns dos maiores elogios de toda a sua carreira. Destaca-se a sua destreza a escrever melodias são simultaneamente frescas e não nos saem do ouvido.

Omar first came to prominence more than 2 decades ago, when his debut single for indie label Kongo Dance “Mr. Postman/You And Me” made him a hot name on London’s underground. It was soon afterwards that the success of his Ohio Players-influenced love ballad, the much celebrated “There’s Nothing Like This”, led to his signing to Gilles Peterson’s Talkin’ Loud label. Omar released a couple of albums for the Phonogram affiliate during 1992/3, the first a re-working of his Kongo set for the wider audience, the second, “Music”, a vastly more orchestral and organic affair that highlighted Omar’s maturing as a composer, arranger and vocalist.

Thereafter Omar signed to RCA, for whom he cut two further albums that notched up acres of critical acclaim as well as introduced him to several of his musical heroes and heroines. On 1994’s For Pleasure, the set that includes such Omar signature songs as Saturday, Outside and the Erykah Badu favourite Little Boy, he worked alongside the legendary former Motown producers Leon Ware and Lamont Dozier. On ‘97’s This Is Not A Love Song, largely a collaboration with LA-based producer David Frank, he did a great cover of The Stranglers’ Golden Brown and got to sing with one of his all-time favourite vocalists, Syreeta Wright on two songs, including the sumptuous slowie Lullaby.

By 2000, Omar had moved on again, this time signing up with hip French imprint Naïve Records. The following year, now well established as the leading icon of the UK’s resurgent soul movement, Omar released his fifth album, Best By Far, a self-produced set on which he allowed his interest in cinematic soundtracks and jazz to rise to the surface. Once again, the star names turned out: on the album version of Be Thankful, a re-cut of the William DeVaughn seventies soul hit, it’s Erykah Badu who came good on her promise to work with our man. [On the version released as a single, it was Angie Stone on co-lead.] Meanwhile recent MOBO winner Kele Le Roc supplied the strident lead on the anthemic groove Come On, also a single edit.

A former principal percussionist of the Kent Youth Orchestra and later graduate of the Guildhall School Of Music in London, Omar has now been making music for more than 21 years. And while it would be true to say that during that time the high quality of his work has not really been reflected by number of pop hit singles he’s enjoyed, there’s certainly no sign of his being discouraged. Quite the contrary in fact: with Sing [If You Want It], Omar is just embarking on a new phase of his career, one that’s designed to bring him directly to a wider public than ever before.

“I’m enjoying life so much right now,” he says. “I play with great bands, there’s always new music to make, new styles to blend, new people to reach… man, I went to Sainsbury’s the other day and it felt like I’d been on Crimewatch or something, the amount of people looking over and coming up to shake my hand. It really feels like a new beginning for me.”

Omar’s 7th studio album ‘The Man’ (Freestyle Records) was released on June 24th 2013, and received fantastic support from BBC radios’ Gilles Peterson, Trevor Nelson, Benji B, as well as Jazz FMs’ Chris Philips and peter Young and has garnered some of the most glowing accolades of his entire career.

Omar returns with a brand new album that many say is without doubt the strongest of his entire career. The buzz generated by the single release of the album’s title track, The Man, confirmed beyond doubt that Omar is very much at the top of his game, with everyone from BBC 6 Music’s Gilles Peterson, BBC Radio 2’s Trevor Nelson and Jamie Cullum giving both major support and high praise for the simply magnificent new high point for Omar’s renowned ability to write devastatingly catchy melodies.

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