Coreto

18 Julho, 2017 – 22h00
// Museu Nacional Grão Vasco

Concerto: Jazz
Duração: 80 min. aprox.
Com: João Pedro Brandão (saxofone alto, flauta), José Pedro Coelho (saxofone tenor), Hugo Ciríaco (saxofone tenor), Rui Teixeira (saxofone barítono, clarinete baixo), Ricardo Formoso (trompete), Susana Santos Silva (trompete), Andreia Santos (trombone), Daniel Dias (trombone), AP (guitarra), Hugo Raro (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), José Marrucho (bateria).
Parceria: Porta-Jazz.

O Coreto é formado por 12 elementos da nova geração de músicos sediados no Porto, cujas atividades individuais são reconhecidas na cena jazzística Nacional.
O grupo surge no coração da Associação Porta-Jazz com o objetivo de criar um “espaço” para a exploração e concretização de um repertório original e experimental, proveniente das mais variadas fontes criativas que emergem no Jazz em Portugal.
Os seus 3 álbuns, todos lançados pelo Carimbo Porta-Jazz, foram aclamados pela critica Nacional. “Aljamia” (2012) foi considerado o melhor CD jazz português do ano, “Mergulho” (2014) e “Sem Chão” (2015) estão entre os melhores dos seus anos.
“Sem Chão” (2015) valeu à banda o prémio de Grupo do Ano na comemoração dos 50 anos do mais prestigiado programa de rádio português 5 Minutos de Jazz de José Duarte.

“(…) O grupo reúne alguns dos instrumentistas mais talentosos do Norte, como os palhetistas João Pedro Brandão e José Pedro Coelho, a trompetista Susana Santos Silva ou o pianista Hugo Raro. Os temas de AP servem-se do potencial do grupo, explorando diferentes ambientes, combinando a energia de big band com a criatividade dos instrumentistas. Acima de tudo há que realçar a qualidade das composições de AP, particularmente a magnífica Suite da Terra, que na sua amplitude e na sua diversidade é a essência deste disco. Este é já um dos melhores registos da coleção Porta-Jazz e, se a passagem do tempo lhe fizer justiça, ficará para a História do jazz feito em português.”

Nuno Catarino, Público

“Existe sempre um risco quando o trabalho artístico resulta de um estudo académico. O risco reside do facto de o projeto artístico ter que refletir o estudo teórico, podendo desta forma, condicionar a liberdade criativa e o fruir do ato composicional.
Neste trabalho João Pedro Brandão consegue, sem dúvida, transformar o aparente condicionalismo numa força agregadora capaz de colher o melhor dos dois mundos, oferecendo em cada um dos temas uma viagem pelos sons do Mediterrâneo. Técnica e criatividade são combinados de forma equilibrada num resultado final surpreendente.”

Carlos Azevedo (pianista, compositor)

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